terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Do brilho das estrelas que guardamos no olhar

Sente como nos cabe a noite no toque das mãos... e como podem as constelações e galáxias saber mais de nós do que sabemos um do outro. Também o universo é um desconhecido e nem por isso deixamos de o habitar... a saudade ou a ausência ou o que se possa chamar a isto que não é nada permanece, como se em segredo nos iluminássemos.
Foto - Kelly Chan

1 comentários:

Anônimo disse...

(...)
Há amor de inverno
Amor de verão
Amor que rouba
Como um ladrão

Há amor passageiro
Amor não amado
Amor que aparece
Amor descartado

Há amor despido
Amor ausente
Amor de corpo
E sangue bem quente

Há amor adulto
Amor pensado
Amor sem insulto
Mas nunca tocado

(...)
Há amor que mata
Amor que mente
Amor que nada mas nada
Te faz contente me faz contente

Há amor tão fraco
Amor não assumido
Amor de quarto
Que faz sentido

Há amor eterno
Sem nunca talvez
Amor tão certo
Que acaba de vez

Poderíamos falar de tantas outras coisas... e tão mais interessantes, acabamos sempre na monotonia das palavras e dos assuntos :)

Andreia*